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A literatura como inspiração:
histórias de roteiros e roteiristas

Maria Ignês Carlos Magno - Coordenadora
Rogério Ferraraz
André de Paula Eduardo
Camila Souto 

Pensando o processo de criação de um roteiro e a relação roteiristas e escritores, a proposta da Mesa “A literatura como inspiração: histórias de roteiros e roteiristas” tem por objetivo discutir as influências literárias na produção de uma obra audiovisual e as estratégias que escritores e roteiristas utilizam para construção de um roteiro, seja para o cinema ou para a televisão. Para mostrar esse processo de criação, abordaremos os seguintes escritores e roteiristas: Aguinaldo Silva, Lima Barreto, Marcos Bernstein, Jane Austen, David Lynch, Barry Gifford. De Aguinaldo Silva, escritor e roteirista, analisaremos o filme República dos assassinos (1979) e a telenovela Fera ferida (1993/94). Do roteirista Marcos Bernstein, a telenovela Orgulho e paixão (2018) será nosso foco de análise. Do cineasta e roteirista David Lynch, abordaremos o filme Coração selvagem (Wild at Heart, 1989). Especialmente, tentaremos mostrar como o romance República de Assassinos, de Aguinaldo Silva, foi adaptado para o cinema, e como os romances, os contos e as personagens do escritor Lima Barreto foram misturados para criar o roteiro de Fera ferida. Em Orgulho e paixão, procuraremos apresentar como Marcos Bernstein, além de misturar as histórias para a construção de uma só telenovela, inspira-se nas personagens de Jane Austen para dialogar com o feminismo dos dias atuais. Por fim, analisaremos as liberdades criativas tomadas por David Lynch em relação ao romance homônimo do escritor Barry Gifford em Coração selvagem.

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